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Correio da Manhã 26 Maio 2009 Linha 116000 para crianças desaparecidas A partir de ontem é mais fácil pedir ajuda ou reportar um desaparecimento de uma criança em dez estados-membros da União Europeia, com a entrada em funcionamento da linha europeia para crianças desaparecidas (116000). Portugal foi o segundo país a adoptar esta linha, que se encontra em funcionamento desde Julho de 2008 e veio substituir o antigo número 1410.
O número 116000 está operacional 24 horas por dia, de forma gratuita e a nível nacional em Portugal, Bélgica, França, Grécia, Hungria, Itália, Polónia, Roménia, Eslováquia e Holanda. Através do 116000, equipas constituídas por organizações não governamentais prestam apoio psicológico, jurídico e administrativo aos pais e crianças desaparecidas, assim como estabelecem o contacto com as autoridades competentes. Com este número, a sociedade civil é também chamada a participar através do fornecimento de informações acerca de um possível desaparecimento infantil. Associado ao 116000 existem outros dois números: o 116111 destinado ao apoio a crianças, gerido pelo Instituto de Apoio à Criança, e o 116123 para apoio psicológico, mas que ainda não foi atribuído em Portugal. De acordo com Alexandra Simões, coordenadora da Linha Europeia para Crianças Desaparecidas, em 2008 houve um aumento de situações reportadas (76 processos), embora isso não signifique um aumento de crianças desaparecidas. “Tivemos mais casos em relação aos anos anteriores mas pensamos que isso também terá a ver com a publicidade que recebeu quando foi lançado em 25 de Julho de 2008 quer também pela situação do desaparecimento das crianças belgas, quando o Instituto do Apoio à Criança promoveu a campanha de divulgação dessa situação. As famílias passaram a conhecer-nos melhor. Não existiram mais crianças desaparecidas. Tem sobretudo a ver com a participação”, garantiu. Em termos de sucesso de recuperação de crianças, a percentagem mantém-se similar aos anos anteriores. “Quanto ao sucesso, a percentagem é a mesma. Permanecem crianças desaparecidas em situações de fuga e de raptos parentais transfronteiriços, A dai também a maior demora na localização dessas crianças e na articulação desses processos. Infelizmente nestes processos perdem-se crianças e essa é a nossa maior preocupação”. Alexandra Simões alerta para o facto de nem sempre a resposta ser a mais desejada. “Parece-nos que a resposta demora demasiado tempo para a criança e nesses espaços de tempo surgem os riscos, os abusos sexuais, a prostituição, a exposição a comportamentos desviantes e, em determinados casos, ainda surge a perda de vida destas crianças. Por isso, esta linha faz todo o sentido. É importante que os pais e as próprias crianças possam pedir ajuda”, disse. Na apresentação da Linha Europeia para a Criança Desaparecida, José Magalhães, Secretário de Estado-Adjunto e da Administração Interna, referiu que o projecto só foi desenvolvido graças à parceria com o Instituto de Apoio à Criança, lembrando que “se não somos capazes de nos unirmos em torno das crianças, então, por favor, não seremos capazes de nos unirmos em torno de absolutamente nada”. O secretário de Estado lembrou ainda que “o pesadelo que é o desaparecimento de crianças, assume em Portugal uma dimensão específica”. “Felizmente não estamos na vanguarda dessas estatísticas e faremos tudo para não estar. Em Portugal, as crianças desaparecem em número reduzido e reaparecem em número significativo”, referiu. Na ocasião foi também referido que está em desenvolvimento o sistema alerta-rapto que irá funcionar como um sistema distinto mas complementar à Linha Europeia para Criança Desaparecida. De acordo com Alexandra Simões, são “dois sistemas que se articulam e complementam. O número 116000 serve para dar resposta às famílias, às crianças e aos cidadãos para que numa situação desaparecimento (que envolve outras situações para além do rapto) possam receber apoio psicológico, social e jurídico gratuito. Serve para dar uma orientação e estabelecer uma complementaridade quando a situação ultrapassa as fronteiras”. Por sua vez, o sistema alerta-rapto irá permitir uma maior difusão de informação numa situação específica de rapto, de uma forma mais rápida e alargada, como é o exemplo da difusão de uma imagem. Joana Nogueira http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=1E86724A-1E0B-49F6-9C81-188F7AC76264&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010# Jornal de Notícias Linha 116000 recebe elogios vindos da UE2009-02-19A Comissão Europeia indicou, esta quarta-feira, Portugal como um exemplo da mais-valia do número telefónico europeu para se comunicar casos de crianças desaparecidas. E lamentou que outros estados-membros não adoptem o 116000.Em Setembro de 2008, um cidadão belga raptou as suas três filhas menores, em Antuérpia, e trouxe-as para Portugal. Depois de ter sido comunicado à linha directa 116000, foi feito um alerta pelo Instituto de Apoio à Criança (que gere linha) e o caso abriu o noticiário de um canal televisivo, que apelou por informações sobre o paradeiro das crianças "e encerrou exibindo a toda a largura do ecrã" o referido número gratuito, destinado à comunicação de crianças desaparecidas. "Minutos depois, o caso ficou resolvido", destacou, ontem, a comissária europeia encarregue das telecomunicações, Viviane Reding.O exemplo português, para a Comissão Europeia, é assim a prova da mais-valia trazida pelo número telefónico, criado há dois anos como linha directa comum de toda a Europa, a funcionar gratuitamente e 24 horas por dia, para se reportar casos de crianças desaparecidas. Portugal é um dos cinco países europeus que já pôs o 116000 a funcionar. Apesar de estar previsto que Bélgica e Eslováquia adiram brevemente, a Comissão Europeia esperava mais."Esperava uma abordagem mais ambiciosa por parte de outros estados-membros. Não há margem nem tempo para condescendências quando se trata da segurança dos nossos filhos", advertiu Vivian Reding, numa sessão de balanço dos dois anos de funcionamento do 116000.É que, para a Comissão Europeia, a "implementação do 116000 em toda a Europa tornará as campanhas de busca e cooperação mais fáceis e eficazes". "As linhas directas poderão agir de modo mais coordenado para resolver os casos de desaparecimento de crianças transfronteiriças". esta página foi: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1148364 Portal da SaúdeJá está disponível, em Portugal, Número Único Europeu para Crianças Desaparecidas - 116000. |
| | | | | | Já está disponível, em Portugal, o Número Único Europeu para Crianças Desaparecidas - 116000 - no âmbito da estratégia europeia para a defesa dos direitos das crianças. Numa primeira fase, o número, que foi atribuído ao Instituto de Apoio à Criança e que deverá substituir o número 1410 do SOS Criança Desaparecida, vai funcionar, a título experimental, nos dias úteis, entre as 9 e as 19 horas. No futuro, deverá estar disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano.Portugal é o segundo país da União Europeia, a seguir à Hungria, a implementar o Número Único Europeu para Crianças Desaparecidas.Fontes: Portal do Cidadão e Instituto de Apoio à Criança | | | | | | | | | | | | | | | | | |
TVNET - Terça, 26 de Maio de 2009 SOS Criança regista 76 novos casos
O SOS Criança Desaparecida registou 76 novos casos de menores desaparecidos em 2008.
Comente esta notícia | O SOS Criança Desaparecida registou no passado 76 novos processos de crianças desaparecidas.
Segundo as estatísticas do serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje, mostram que em 2007 o número de situações participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25.
Em declarações à agência Lusa, à margem da divulgação da linha europeia das Crianças Desaparecidas, a coordenadora do serviço, Alexandra Simões, explicou que este aumento está relacionado com a divulgação do número europeu 116 000.
"Verifica-se um aumento com a disseminação do número europeu 116 000, quer através da comunicação social, quer pela mediatização que o serviço obteve com os casos das três crianças belgas raptadas pelo progenitor de Antuérpia, Bélgica", considerou Alexandra Simões.
Setembro foi o mês que registou mais casos, seguindo-se Junho, Julho e Agosto.O número europeu das crianças desaparecidas está disponível a partir de hoje em dez países, sendo que o número 116000 funciona 24 horas por dia de forma gratuita.
Portugal foi o segundo país a adoptar este número que se encontra em funcionamento desde Julho de 2008.
TVNET http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=43953 SIC ONLINE SIC Publicação:| Última actualização: 25-05-2009 16:37 No Dia Internacional das crianças desaparecidas Activado número único de alerta europeu em dez países Pedir ajuda quando uma criança desaparece é mais fácil a partir de hoje em dez estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas - 116000 - , que já funciona em Portugal desde 2008. Vídeos Crianças desaparecidas116 000 é o número telefónico de apoio comum a 10 estados membros da UE, incluindo PortugalO 116000 era até agora um serviço operacional em cinco países: Grécia, Hungria, Holanda, Portugal e Roménia. Hoje, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Bélgica, Eslováquia, França, Itália e Polónia juntam-se ao primeiro grupo, respondendo assim a uma directiva comunitária.
Um caso de sucesso em Portugal
Portugal foi dos primeiros países a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de menores através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha.
Para ilustrar a utilidade deste serviço, a Comissão Europeia fez recentemente referência a um caso ocorrido em Portugal: em Setembro de 2008, um belga raptou as três filhas menores em Antuérpia, trouxe-as para Portugal e acabou por ser detido em Viseu "minutos depois" de um alerta lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) na sequência de uma chamada para esta linha.
Em Fevereiro, a comissária europeia responsável pelas telecomunicações, Viviane Reding, apelou aos países europeus "para que honrem as suas responsabilidades e informem os prestadores de serviços da disponibilidade dos números começados por 116, para que as linhas directas fiquem rapidamente operacionais em toda a UE".
O 116000 é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o activaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número.
Dia Internacional das Crianças Desaparecidas
O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos.
Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que em 1983 o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas.
Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não governamental belga, com o apoio da rainha da Bélgica.
Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha. Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.
Lusa http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/Activado+numero+unico+de+alerta+europeu+em+dez+paises.htm 26-05-2009 Dia Mundial marcado pela linha telefónica europeia Hoje é o Dia Mundial das Crianças Desaparecidas e Portugal assinala a data com uma campanha de divulgação do novo número de emergência europeu, que já está a funcionar, mas que a partir de hoje fica disponível 24 horas, todos os dias, divulga o Correio da Manhã Desde Janeiro que foram dadas como desaparecidas 24 crianças, com idade até aos 12 anos, todas encontradas até agora, e em 2008, dos 148 casos registados apenas dois estão por resolver.Menos sorte tiveram os familiares de Sara Santos, Tatiana Mendes, Sofia Oliveira, Pamela Santos, João Teles, Cláudia Sousa, Jorge Sepúlveda, Rui Pedro e Madeleine McCann. Este dois últimos, dos casos mais mediáticos de crianças que desapareceram sem deixar rasto.O novo número de emergência europeu já está em funcionamento, 116000, mas a partir de hoje começa a funcionar durante 24 horas, todos os dias da semana, lê-se no Correio da Manhã.A iniciativa, marcada para as 9h30 na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo Instituto de Apoio à Criança dirigido por Manuela Eanes. http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=136275 Açoriano OrientalNúmero único para crianças desaparecidas disponível em dez países Internacional | 2009-05-25 07:50 Pedir ajuda quando uma criança desaparece é mais fácil a partir de hoje em dez estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas (116000), que já funciona em Portugal desde 2008.O 116000 era até agora um serviço operacional em cinco países: Grécia, Hungria, Holanda, Portugal e Roménia. Hoje, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Bélgica, Eslováquia, França, Itália e Polónia juntam-se ao primeiro grupo, respondendo assim a uma directiva comunitária.Portugal foi dos primeiros paises a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de menores através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha. Para ilustrar a utilidade deste serviço, a Comissão Europeia fez recentemente referência a um caso ocorrido em Portugal: em Setembro de 2008, um belga raptou as três filhas menores em Antuérpia, trouxe-as para Portugal e acabou por ser detido em Viseu "minutos depois" de um alerta lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) na sequência de uma chamada para esta linha.Em Fevereiro, a comissária europeia responsável pelas telecomunicações, Viviane Reding, apelou aos países europeus "para que honrem as suas responsabilidades e informem os prestadores de serviços da disponibilidade dos números começados por 116, para que as linhas directas fiquem rapidamente operacionais em toda a UE". O 116000 é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o activaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número. O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos.Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que em 1983 o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas. Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não governamental belga, com o apoio da raínha da Bélgica.Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha. Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.Lusa/AOhttp://www.acorianooriental.pt/noticias/view/185282 PÚBLICOLinha funciona desde 2008 em Portugal Crianças desaparecidas: número único de alerta europeu disponível em dez países 25.05.2009 - 08h28 LusaPedir ajuda quando uma criança desaparece é mais fácil a partir de hoje em dez Estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas (116000), que já funciona em Portugal desde 2008.
O 116000 era até agora um serviço operacional em cinco países: Grécia, Hungria, Holanda, Portugal e Roménia. Hoje, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Bélgica, Eslováquia, França, Itália e Polónia juntam-se ao primeiro grupo, respondendo assim a uma directiva comunitária.
Portugal foi dos primeiros países a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de menores através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha.
Para ilustrar a utilidade deste serviço, a Comissão Europeia fez recentemente referência a um caso ocorrido em Portugal: em Setembro de 2008, um belga raptou as três filhas menores em Antuérpia, trouxe-as para Portugal e acabou por ser detido em Viseu “minutos depois” de um alerta lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) na sequência de uma chamada para esta linha.
Em Fevereiro, a comissária europeia responsável pelas telecomunicações, Viviane Reding, apelou aos países europeus “para que honrem as suas responsabilidades e informem os prestadores de serviços da disponibilidade dos números começados por 116, para que as linhas directas fiquem rapidamente operacionais em toda a UE”.
O 116000 é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o activaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número.
O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos. Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que em 1983 o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas.
Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não governamental belga, com o apoio da rainha da Bélgica. Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha.
Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382698&idCanal=62 Diário de Notícias – 25/05/2009 SOS Criança Desaparecida76 desaparecimentos no SOS Criança em 2008O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje. Os dados, divulgados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, indicam que em 2007 o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25.Em declarações à agência Lusa, à margem da sessão promovida pelo IAC de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116 000), a coordenadora do serviço, Alexandra Simões, explicou que o aumento de participações está relacionado com a divulgação do número europeu 116 000."Verifica-se um aumento com a disseminação do número europeu 116 000, quer através da comunicação social, quer pela mediatização que o serviço obteve com os casos das três crianças belgas raptadas pelo progenitor de Antuérpia, Bélgica", adiantou.A maioria dos casos (56) chegou ao conhecimento do SOS Criança Desaparecida através da linha telefónica, 18 situações por e-mail e dois casos via apartado.Das situações reportadas, 52 eram referentes a raparigas e 23 a rapazes, mantendo-se a prevalência evidenciada em anos anteriores, uma situação que "preocupa" o IAC.Segundo os mesmos dados, 44 por cento dos menores dados como desaparecidos (34) tinham entre 11 e 15 anos, enquanto em 21 dos casos os jovens tinha entre 16 e 18 anos. Foram ainda reportados cinco casos relativos a crianças entre os zero e os cinco anos.Em termos de proveniência, na maioria dos casos (40 por cento) os menores residiam no distrito de Lisboa (31 casos), 17 desapareceram no Porto, seis em Setúbal e quatro em Faro e Santarém.Foi ainda comunicado um caso de crianças desaparecidas no estrangeiro (três meninas belgas).A maioria dos desaparecimentos comunicados reporta-se a fugas de menores (62 dos 76 casos), sobretudo de casa, mas também de instituições onde se encontram acolhidos.Contudo, um caso enquadra-se no conceito de rapto por terceiros - alegadamente um casal que pretendia ficar com uma criança de quem cuidava - e 12 casos referiam-se a situações de rapto parental.A maioria das crianças (56 das 76) foi localizada, embora com "a tristeza de contar com a perda da vida de duas jovens, de 14 e 16 anos", refere o IAC. Há 18 crianças que permanecem em paradeiro desconhecido, apesar das diligências conjuntas do IAC, PJ e outras forças policiais.O estudo analisou ainda a distribuição das ocorrências pelos meses do ano, constatando que nas férias escolares aumentam os casos. O mês que registou mais casos foi Setembro (12), seguindo-se Junho, Julho e Agosto, cada um com nove casos.Para o sucesso da localização das crianças, Alexandra Simões disse à Lusa que tem contribuído a resposta das forças de segurança e também a forma como muitas famílias se mobilizam para elas próprias localizarem as suas crianças.Por outro lado, a sociedade civil também está muito mais alerta e vai comunicando sempre que observa alguma coisa invulgar, o que permite fazer cruzamento de dados com as forças de segurança e trabalhar na recuperação destas crianças, acrescentou.A partir de hoje, o número europeu das crianças desaparecidas está operacional em dez países. Para Alexandra Simões, o alargamento do serviço a mais países vai "agilizar" a articulação entre forças de segurança e organizações não-governamentais que dão apoio à família, permitindo uma resposta mais célere para evitar que as crianças desapareçam num espaço de riscoPresente na cerimónia, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, José Magalhães, afirmou que "o pesadelo que é o desaparecimento de crianças assume em Portugal uma dimensão específica". "Estamos na vanguarda de criação de mecanismos preventivos e reactivos, felizmente não estamos na vanguarda das estatísticas do pesadelo nesta matéria", salientou.José Magalhães adiantou ainda que o Sistema de Alerta Rápido contra Raptos e Desaparecimentos "é um grande desafio que é preciso ainda vencer em Portugal"."Ao contrário do 116 000, que está activo, este sistema está em construção e será activado em breve e representará um passo muito importante na articulação entre forças e os serviços de segurança, outros parceiros, que trabalharão em rede, e o Ministério Público", sublinhou.Também presente na cerimónia, o secretário de Estado Adjunto e da Justiça, José Conde Rodrigues, salientou que a articulação entre as polícias é fundamental no caso das crianças desaparecidas. Tags: Portugalhttp://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1243502 Diário de Notícias – 25/05/2009 Crianças desaparecidasNúmero único de alerta europeu disponível em dez países Pedir ajuda quando uma criança desaparece é mais fácil a partir de hoje em dez estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas (116000), que já funciona em Portugal desde 2008. O 116000 era até agora um serviço operacional em cinco países: Grécia, Hungria, Holanda, Portugal e Roménia. Hoje, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Bélgica, Eslováquia, França, Itália e Polónia juntam-se ao primeiro grupo, respondendo assim a uma directiva comunitária.Portugal foi dos primeiros paises a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de menores através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha.Para ilustrar a utilidade deste serviço, a Comissão Europeia fez recentemente referência a um caso ocorrido em Portugal: em Setembro de 2008, um belga raptou as três filhas menores em Antuérpia, trouxe-as para Portugal e acabou por ser detido em Viseu "minutos depois" de um alerta lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) na sequência de uma chamada para esta linha.Em Fevereiro, a comissária europeia responsável pelas telecomunicações, Viviane Reding, apelou aos países europeus "para que honrem as suas responsabilidades e informem os prestadores de serviços da disponibilidade dos números começados por 116, para que as linhas directas fiquem rapidamente operacionais em toda a UE".O 116000 é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o activaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número.O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos.Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que em 1983 o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas. Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não governamental belga, com o apoio da raínha da Bélgica.Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha. Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.Tags: Portugal, Crianças desaparecidas http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1243338
Diário Digital | segunda-feira, 25 de Maio de 2009 | 13:33 | | Crianças desaparecidas: 76 casos reportados em 2008
O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje. Os dados, divulgados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, indicam que em 2007 o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25. Em declarações à agência Lusa, à margem da sessão promovida pelo IAC de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116 000), a coordenadora do serviço, Alexandra Simões, explicou que o aumento de participações está relacionado com a divulgação do número europeu 116 000. Diário Digital / Lusa http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=390182 | Expresso | Crianças desaparecidas: 76 casos reportados ao SOS Criança em 2008 Lisboa, 25 Mai (Lusa) - O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje. | Lusa Segunda-feira, 25 de Mai de 2009 | |
| | | | Lisboa, 25 Mai (Lusa) - O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje. Os dados, divulgados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, indicam que em 2007 o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25.Em declarações à agência Lusa, à margem da sessão promovida pelo IAC de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116 000), a coordenadora do serviço, Alexandra Simões, explicou que o aumento de participações está relacionado com a divulgação do número europeu 116 000."Verifica-se um aumento com a disseminação do número europeu 116 000, quer através da comunicação social, quer pela mediatização que o serviço obteve com os casos das três crianças belgas raptadas pelo progenitor de Antuérpia, Bélgica", adiantou.A maioria dos casos (56) chegou ao conhecimento do SOS Criança Desaparecida através da linha telefónica, 18 situações por e-mail e dois casos via apartado.Das situações reportadas, 52 eram referentes a raparigas e 23 a rapazes, mantendo-se a prevalência evidenciada em anos anteriores, uma situação que "preocupa" o IAC.Segundo os mesmos dados, 44 por cento dos menores dados como desaparecidos (34) tinham entre 11 e 15 anos, enquanto em 21 dos casos os jovens tinha entre 16 e 18 anos. Foram ainda reportados cinco casos relativos a crianças entre os zero e os cinco anos.Em termos de proveniência, na maioria dos casos (40 por cento) os menores residiam no distrito de Lisboa (31 casos), 17 desapareceram no Porto, seis em Setúbal e quatro em Faro e Santarém.Foi ainda comunicado um caso de crianças desaparecidas no estrangeiro (três meninas belgas).A maioria dos desaparecimentos comunicados reporta-se a fugas de menores (62 dos 76 casos), sobretudo de casa, mas também de instituições onde se encontram acolhidos.Contudo, um caso enquadra-se no conceito de rapto por terceiros - alegadamente um casal que pretendia ficar com uma criança de quem cuidava - e 12 casos referiam-se a situações de rapto parental.A maioria das crianças (56 das 76) foi localizada, embora com "a tristeza de contar com a perda da vida de duas jovens, de 14 e 16 anos", refere o IAC. Há 18 crianças que permanecem em paradeiro desconhecido, apesar das diligências conjuntas do IAC, PJ e outras forças policiais.O estudo analisou ainda a distribuição das ocorrências pelos meses do ano, constatando que nas férias escolares aumentam os casos. O mês que registou mais casos foi Setembro (12), seguindo-se Junho, Julho e Agosto, cada um com nove casos.Para o sucesso da localização das crianças, Alexandra Simões disse à Lusa que tem contribuído a resposta das forças de segurança e também a forma como muitas famílias se mobilizam para elas próprias localizarem as suas crianças.Por outro lado, a sociedade civil também está muito mais alerta e vai comunicando sempre que observa alguma coisa invulgar, o que permite fazer cruzamento de dados com as forças de segurança e trabalhar na recuperação destas crianças, acrescentou.A partir de hoje, o número europeu das crianças desaparecidas está operacional em dez países. Para Alexandra Simões, o alargamento do serviço a mais países vai "agilizar" a articulação entre forças de segurança e organizações não-governamentais que dão apoio à família, permitindo uma resposta mais célere para evitar que as crianças desapareçam num espaço de riscoPresente na cerimónia, o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, José Magalhães, afirmou que "o pesadelo que é o desaparecimento de crianças assume em Portugal uma dimensão específica". "Estamos na vanguarda de criação de mecanismos preventivos e reactivos, felizmente não estamos na vanguarda das estatísticas do pesadelo nesta matéria", salientou.José Magalhães adiantou ainda que o Sistema de Alerta Rápido contra Raptos e Desaparecimentos "é um grande desafio que é preciso ainda vencer em Portugal"."Ao contrário do 116 000, que está activo, este sistema está em construção e será activado em breve e representará um passo muito importante na articulação entre forças e os serviços de segurança, outros parceiros, que trabalharão em rede, e o Ministério Público", sublinhou.Também presente na cerimónia, o secretário de Estado Adjunto e da Justiça, José Conde Rodrigues, salientou que a articulação entre as polícias é fundamental no caso das crianças desaparecidas.HN.Lusa/fim |
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http://aeiou.expresso.pt/criancas-desaparecidas-76-casos-reportados-ao-sos-crianca-em-2008=f516677 União EuropeiaNúmero único de alerta para crianças desaparecidas disponível em dez paísespor Agência Lusa, Publicado em 25 de Maio de 2009quando uma criança desaparece é mais fácil a partir de hoje em dez estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas (116000), que já funciona em Portugal desde 2008.O 116000 era até agora um serviço operacional em cinco países: Grécia, Hungria, Holanda, Portugal e Roménia. Hoje, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Bélgica, Eslováquia, França, Itália e Polónia juntam-se ao primeiro grupo, respondendo assim a uma directiva comunitária.Portugal foi dos primeiros paises a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de menores através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha.Para ilustrar a utilidade deste serviço, a Comissão Europeia fez recentemente referência a um caso ocorrido em Portugal: em Setembro de 2008, um belga raptou as três filhas menores em Antuérpia, trouxe-as para Portugal e acabou por ser detido em Viseu "minutos depois" de um alerta lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) na sequência de uma chamada para esta linha.Em Fevereiro, a comissária europeia responsável pelas telecomunicações, Viviane Reding, apelou aos países europeus "para que honrem as suas responsabilidades e informem os prestadores de serviços da disponibilidade dos números começados por 116, para que as linhas directas fiquem rapidamente operacionais em toda a UE".O 116000 é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o activaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número.O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos.Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que em 1983 o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas. Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não governamental belga, com o apoio da raínha da Bélgica.Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha. Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. Tags: crianças, desaparecidas, número, alerta http://www.ionline.pt/conteudo/5853-numero-unico-alerta-criancas-desaparecidas-disponivel-em-dez-paises TSF 25/05/2009 Número único de alerta europeu para crianças desaparecidas disponível em dez países |
Pedir ajuda quando uma criança desaparece é mais fácil a partir de hoje em dez estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas (116000), que já funciona em Portugal desde 2008. O 116000 era até agora um serviço operacional em cinco países: Grécia, Hungria, Holanda, Portugal e Roménia. Hoje, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Bélgica, Eslováquia, França, Itália e Polónia juntam-se ao primeiro grupo, respondendo assim a uma directiva comunitária.Portugal foi dos primeiros países a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de menores através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha.Para ilustrar a utilidade deste serviço, a Comissão Europeia fez recentemente referência a um caso ocorrido em Portugal: em Setembro de 2008, um belga raptou as três filhas menores em Antuérpia, trouxe-as para Portugal e acabou por ser detido em Viseu «minutos depois» de um alerta lançado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) na sequência de uma chamada para esta linha.Em Fevereiro, a comissária europeia responsável pelas telecomunicações, Viviane Reding, apelou aos países europeus «para que honrem as suas responsabilidades e informem os prestadores de serviços da disponibilidade dos números começados por 116, para que as linhas directas fiquem rapidamente operacionais em toda a UE».O 116000 é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o activaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número.O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos.Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que em 1983 o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas. Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não governamental belga, com o apoio da raínha da Bélgica.Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha. Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1243316 RTPCrianças desaparecidas por © 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 76 casos reportados ao SOS Criança em 2008 publicado 13:40 25 Maio '09 Lisboa, 25 Mai (Lusa) - O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje.Os dados, divulgados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, indicam que em 2007 o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25.Em declarações à agência Lusa, à margem da sessão promovida pelo IAC de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116 000), a coordenadora do serviço, Alexandra Simões, explicou que o aumento de participações está relacionado com a divulgação do número europeu 116 000. http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=76-casos-reportados-ao-SOS-Crianca-em-2008.rtp&article=221975&visual=3&layout=10&tm=8 DIA INTERNACIONAL DAS CRIANÇAS DESAPARECIDAS Destak Situações de fuga levaram 37 crianças às ruas de Lisboa em 2008 26 | 05 | 2009 Problemas de relacionamento familiar e namorados são os principais motivos que levam jovens a fugir de casa ou de instituições. Lisboa é o destino preferidos dos jovens em fuga.Inês Santinhos Gonçalves |
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Nas ruas de Lisboa existiam, em 2008, pelo menos 37 crianças que aí se encontravam fugidas de casa ou de instituições.Estes resultados foram ontem divulgados pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC), a propósito do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas. As equipas de rua do IAC fazem «giros de diagnóstico» em seis zonas da cidade, mas foi em duas que encontraram o maior número de menores. Uma zona começa no Largo dos Restauradores e passa pelo Martim Moniz, Almirante Reis, Mouraria e Alfama e a outra vai desde a Praça do Chile, Praça de Londres, Avenida de Roma e Campo Grande.As faixas etárias destas crianças vão dos 11 aos 18 anos. Foram registadas 17 situações de mendicidade, 10 de prostituição, cinco de trabalho infantil, um sem-abrigo, um a «preparar esquemas» e cinco em situações não especificadas. Destas, sete foram encaminhadas para instituições, com quatro não foi possível intervir e 25 estão ainda a ser procuradas. Matilde Sirgado, coordenadora do projecto de rua do IAC explicou ao Destak que existem dois grandes motivos para as fugas. O mais comum está relacionado com a problemática familiar, «desde a falta de diálogo ou problemas de desempenho escolar até situações de violência». Estes problemas, salienta, «atingem vários estratos sociais».Mas há também outra situação, recente mas cada vez mais recorrente, que é a «fuga de raparigas com namorados». «Aliciadas por um sentimento de falsa liberdade», muitas jovens acabam envolvidas em prostituição ou tráfico de droga.Lisboa é quase sempre a cidade receptora das crianças e jovens em fuga, que vêm de vários pontos do País. Como trabalho de prevenção e 'controlo de danos', o IAC presta apoio psicológico às famílias e às crianças. E voltam a fugir? «Sempre», responde Matilde Sirgado. «Os que fogem de instituições são os mais reincidentes.»Algumas famílias acabam por não voltar a acolher os jovens fugitivos, mas para as que o fazem, o IAC tem acções de «formação parental», para desenvolver um trabalho de sensibilização e criar nas famílias maior disponibilidade, mesmo até «ao nível dos afectos», já que são estas que muitas vezes estão em falha.----------------------------------------------------------- 76 desapareceram por todo o país Pedir ajuda quando uma criança desaparece é agora mais fácil em dez estados-membros da União Europeia com a activação do número único europeu para Crianças Desaparecidas (116 000), que já funciona em Portugal desde 2008. Segundo a SOS Criança Desaparecida, no ano passado registaram-se 76 novos processos relativos a menores desaparecidos por todo o País, referem as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança. Este número é bastante superior ao dos anos anteriores, mas a coordenadora do projecto explicou que isso se pode dever à criação da linha, que aumenta o número de denúncias. http://www.destak.pt/artigos.php?art=30587 METRO26/05/2009SOS Criança já recebeu este ano 30 casos de desaparecimentohttp://www.readmetro.com/show/en/Lisbon/20090526/1/2/ Global Notícias – 26/05/2009 Desaparecidos 76 menores em 2008 Dia Internacional■■■ O SOSCriançaDesaparecida registou 76 novos processos relativos a menores desaparecidos em 2008, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticasdeste serviço do Instituto deApoio àCriança (IAC).Os dados, divulgados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, indicamque em 2007 o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25.Em declarações à Lusa, à margem da sessão o IAC de para divulgação do númerotelefónico europeu das Crianças Desaparecidas, a coordenadora do serviço,Alexandra Simões,explicou que o aumento de participações está relacionado com a divulgação desta linha – 116 000. A maioria dos casos (56) chegou ao conhecimento doSOS CriançaDesaparecida através da linha telefónica, 18 situações por e-mail e dois casos via apartado. Segundo os dados,44 por cento dos menores desaparecidos (34) tinham entre 11 e 15 anos, enquanto em 21 dos casos os jovens tinha entre 16 e 18 anos. Foram ainda reportados cinco casos relativos a crianças até aos 5 anos.A maioria das crianças (56 das 76) foi localizada, embora com “a tristeza de contar com a perda da vida de duas jovens, de 14 e 16 anos”, refere o IAC. Linha telefónica europeia (116 000) contribui para aumento das participaçõeshttp://www.globalnoticias.pt/edicao_lisboa.html Última Hora Lusa | | Crianças desaparecidas: 76 casos reportados ... |
| Crianças desaparecidas: 76 casos reportados ao SOS Criança em 2008 Lisboa, 25 Mai (Lusa) - O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje. | Lusa Segunda-feira, 25 de Mai de 2009 | |
| | Lisboa, 25 Mai (Lusa) - O SOS Criança Desaparecida registou no ano passado 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) divulgadas hoje. Os dados, divulgados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, indicam que em 2007 o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006 de 31, em 2005 de 17 e em 2004 de 25.Em declarações à agência Lusa, à margem da sessão promovida pelo IAC de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116 000), a coordenadora do serviço, Alexandra Simões, explicou que o aumento de participações está relacionado com a divulgação do número europeu 116 000. |
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http://aeiou.visao.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=vs.stories/509963&sctx=1:10:crianças%20desaparecidas IOL PORTUGAL DIÁRIO25-05-2009 - 17:01h Crianças em fuga nas ruas de Lisboa Instituto de Apoio à Criança detectou, em 2008, 37 crianças e jovenshttp://diario.iol.pt/sociedade/crianca-fuga-lisboa-iac-apoio-tvi24/1066101-4071.html 5 O Instituto de Apoio à Criança (IAC) detectou, em 2008, 37 crianças em fuga nas ruas de Lisboa, tendo sido apenas sete encaminhadas para instituições, segundo dados avançados pela Lusa, esta segunda-feira, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas. A equipa de rua do IAC detectou em duas das seis zonas de Lisboa, o maior número de menores. Uma das zonas começa no Largo dos Restauradores e passa pelo Largo São Domingos, Martim Moniz, Almirante Reis, Mouraria e Alfama e a outra vai desde a Praça do Chile, Guerra Junqueiro, Praça de Londres, Avenida de Roma e Campo Grande. Esta equipa pertence ao Projecto Rua - Núcleo de Intervenção em Contexto Fuga (NICF) na cidade de Lisboa e cabe-lhe fazer «giros de diagnóstico» para avaliar e sinalizar situações de emergência de crianças e jovens em fuga, assim como procurar respostas para estes casos. Ao longo dos trabalhos foram encontrados 23 rapazes e 13 raparigas, prevalecendo as faixas etárias dos 11 aos 13 e dos 17 aos 18 anos. Foi ainda encontrado um bebé. Destacam-se ainda 17 situações de mendicidade, dez de prostituição, cinco de trabalho infantil, um sem-abrigo, um a «preparar esquemas» e cinco noutras situações de risco. Actualmente, a equipa está a acompanhar um dos casos, seis foram encaminhados para instituições, um está a ser acompanhado por outra instituição, quatro deles não foi possível acompanhar e 25 estão a ser procurados semanalmente durante os giros. Além dos giros diurnos e nocturnos, em seis zonas pré-definidas da cidade, a equipa trabalha em cooperação com a Linha SOS Criança Desaparecida (116 000), recebendo denúncias de crianças que se encontrem desaparecidas no distrito de Lisboa | Número telefónico europeu 116000 divulgado, ontem, em Portugal | | SOS Criança Desaparecida regista 76 casos em 2008 | | De acordo com as as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança, o SOS Criança Desaparecida registou, no ano passado, 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, na sua maioria referentes a raparigas. Estes dados foram divulgados, ontem, à margem de uma sessão de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116000). |
| O SOS Criança Desaparecida registou, no ano passado, 76 novos processos relativos a menores desaparecidos, a maioria referente a raparigas, segundo as estatísticas deste serviço do Instituto de Apoio à Criança (IAC) ontem divulgadas. Os dados, anunciados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, referem que, em 2007, o número de situações novas participadas foi de 34, em 2006, de 31, em 2005, de 17, e em 2004, de 25. À margem de uma sessão de divulgação do número telefónico europeu das Crianças Desaparecidas (116000), a coordenadora do serviço disse à Lusa que o aumento de participações se relaciona com a divulgação daquele contacto. "Verifica-se um aumento com a disseminação do número europeu 116000, quer através da comunicação social, quer pela mediatização que o serviço obteve com os casos das três crianças belgas raptadas pelo progenitor de Antuérpia, Bélgica", adiantou Alexandra Simões. A maioria dos casos (56) chegou ao conhecimento do SOS Criança Desaparecida através da linha telefónica, 18 situações, por e-mail, e dois casos, via apartado. Das situações reportadas, 52 eram referentes a raparigas e 23 a rapazes, mantendo-se a prevalência evidenciada em anos anteriores, o que "preocupa" o IAC. Segundo os mesmos dados, 44 por cento dos menores dados como desaparecidos (34) tinham entre 11 e 15 anos, enquanto que em 21 dos casos os jovens tinha entre 16 e 18 anos. Foram ainda reportados cinco casos relativos a crianças entre os zero e os cinco anos. Em termos de proveniência, na maioria dos casos (40 por cento) os menores residiam no distrito de Lisboa (31 casos), 17 desapareceram no Porto, seis, em Setúbal, e quatro, em Faro e Santarém. Foi ainda comunicado um caso de crianças desaparecidas no estrangeiro (três meninas belgas). A maioria dos desaparecimentos comunicados reporta-se a fugas de menores (62 dos 76 casos), sobretudo de casa, mas também de instituições de acolhimento. Contudo, um caso enquadra-se no conceito de rapto por terceiros alegadamente um casal que pretendia ficar com uma criança de quem cuidava - e 12 casos referiam-se a situações de rapto parental. A maioria das crianças (56 das 76) foi localizada, embora com "a tristeza de contar com a perda da vida de duas jovens, de 14 e 16 anos", refere o IAC. Há 18 crianças que permanecem em paradeiro desconhecido, apesar das diligências conjuntas do IAC, PJ e outras forças policiais. O estudo analisou ainda a distribuição das ocorrências pelos meses do ano, constatando que nas férias escolares aumentam os casos: Setembro (12), seguindo-se Junho, Julho e Agosto, cada um com nove. Desde ontem, o número europeu das crianças desaparecidas está operacional em dez países, o que para Alexandra Simões vai "agilizar" a articulação entre forças de segurança e organizações não-governamentais que dão apoio à família, permitindo uma resposta mais célere para evitar que as crianças desapareçam num espaço de risco. | |
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